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domingo, 14 de abril de 2013





A base da cozinha grega é a carne de borrego e de cabrito, mas os pratos de peixe são igualmente muito apreciados. O azeite, que é produzido em grandes quantidades, contribui para o sabor característico da comida grega.

Moussaka - Gratin de Berinjela com Carne Moída






Ingredientes

06 berinjelas cortadas em fatias no sentido horizontal (grossura de ½ dedo)
750g de patinho moído
01 litro de molho branco ou bechamel grosso (clique aqui para ver a receita básica - no caso do moukassa, deve ser usado grosso, assim aumente a quantidade de farinha - + 1 colher de sopa)
03 pedaços pequenos de canela em pau
01 colher de sopa de orégano.
200g de polpa de tomate (caixinha)



Modo de Preparar

Coloque as fatias de berinjela numa assadeira de T-fal untada com azeite e asse-as dos dois lados.

Refogue a carne moída, acrescentando 1 caixa pequena (200g)de polpa de tomate (se preferir, use molho natura fresco, clique aqui e veja a receita) . Deixe cozinhar por cerca de 30 min, até secar bem.

Montagem

Coloque uma camada de berinjela bem juntinha, depois espalhe queijo prato (ralado ou picado) sobre a berinjela;

Por cima, coloque a carne moída, depois outra camada de berinjela e, por fim, o molho bechamel;

Polvilhe bastante queijo ralado sobre o bechamel e coloque no forno pré-aquecido (200º C), até que o creme fique dourado.

Quando estiver pronto o palito de dente tem que sair limpinho.

Arroz à Grega






Ingredientes

4 colheres azeite
6 copos de água fervendo com dois cubos de caldo de galinha
150 gramas de vagem cortada miudinha
150 gramas de ervilha fresca ou congelada
100 gramas de passas (opcional)
1 pimentão bem cortadinho
4 dentes de alho amassados
2 cenoura grandes raladas
3 copos de arroz
1 cebola batida

Modo de Preparar

Refogar todos os ingredientes e deixar cozinhar. Provar o sal, abaixar o fogo e tampar a panela até ficar pronto.

Simpósio






A hora do dia em que os gregos reunem-se ao redor de uma mesa para apreciar uma refeição ou vários petiscos (mezédes) acompanhados de ouzo é um momento vivido com acatamento por todos os habitantes do país. Para os gregos, o fato de partilhar uma refeição com amigos em casa, no restaurante ou numa taverna constitui um hábito social consagrado. A tradução literal do termo grego "simpósio", uma palavra tão antiga quanto o próprio país, corresponde a "beber junto com outras pessoas". O ambiente que reina nos restaurantes gregos típicos e nas tavernas é bastante relaxado, informal, sem cerimônias. Por outro lado, a preparação da comida segue suas próprias regras sagradas. Os bons cozinheiros amadores são muito estimados pelo círculo social, sendo que na Grécia uma boa dona-de-casa significa, antes de mais, uma boa cozinheira. E um bom cozinheiro é capaz de dedicar dias inteiros para preparar uma refeição para seus amigos.

kourabiedes - Amanteigado grego




Ingredientes

. 1 kg de farinha
. 1/2 kg de manteiga
. 1 xícara (chá) de açúcar
. 1 gema
. 3 colheres (sopa) de conhaque ou ouzo (bebida grega, feita de anis)
. Açúcar de confeiteiro para polvilhar
. Cravos para decorar


Modo de preparo


Em uma tigela mexa a manteiga com uma colher de pau até desmanchar. Ponha o açúcar e misture até ficar homogêneo. Adicione aos poucos a gema, o conhaque e a farinha.

Quando a massa estiver bem homogênea, separe-a em pequenas porções e, com a palma das mãos, faça os biscoitos. Eles devem ter cerca de 5 cm de diâmetro por 1,5 cm de altura.

Espete um cravo em cada um e leve ao forno alto preaquecido por 10 minutos, abaixe a temperatura para forno médio e asse por mais 30 minutos.

Quando os biscoitos começarem a corar, retire do forno. Polvilhe com o açúcar de confeiteiro e deixe esfriar completamente.

Pão






Os gregos viam na alimentação o meio mais eficaz de combater as doenças, opondo-se aos desequilíbrios do organismo. Hipócrates, médico, que viveu no fim do século V a.C., dedicou-se às questões da dietética, escrevendo um conjunto de tratados sobre a matéria. Um verdadeiro receituário, com uma listagem minuciosa dos alimentos consumidos na Grécia Clássica.

No início do milénio anterior ao do calendário civil actualmente em uso, já estavam descobertas e inventadas todas as condições para o progressivo aperfeiçoamento do pão: já se conhecia a técnica da moenda, ainda que básica, para produzir farinha; já se conhecia a peneira para separar as cascas e outros resíduos dos cereais e para a obtenção de diferentes tipos de farinhas; também o forno estava bem aperfeiçoado e, finalmente, já estava desenvolvida a ideia de condimentar o pão com uma vasta gama de ervas aromáticas, frutas e azeite. 


Eram utilizados condimentos como; sementes de papoula, erva-doce, aniz, uva-passa, alecrim, alcaparras, folha de couve, alho, cebola, cominho e muitos outros temperos.

Os egípcios ensinaram aos gregos a arte de fazer pão, mas foi com estes, que o pão passou a desempenhar um papel de relevância na história da gastronomia.

Os gregos eram considerados mestres no fabrico do pão, cuja origem atribuíam aos deuses. Já em Roma, durante todo o império romano, os padeiros geralmente eram gregos. Sabe-se também, que os gregos da época clássica já contavam com 72 variedades de pão. 


Tal como no Egito, também os gregos honravam os deuses e os mortos com flores em massa de pão.